6ª cidade mais populosa do MT. 1ª do estado em agronegócio pela Revista Exame. Cachoeiras, Parecis e R$ 171 milhões em novos investimentos. Tangará da Serra é a porta do Sudoeste mato-grossense.
Emancipada em 13 de maio de 1976 a partir da colonização planejada pelos pioneiros da SITA, Tangará da Serra cresceu sobre a Serra Tapirapuã e a Serra dos Parecis, no divisor de águas entre as bacias Amazônica e do Prata. Hoje, com 114 mil habitantes e economia diversificada, a cidade é reconhecida como a 1ª do MT para fazer negócios no agronegócio (Revista Exame) e concentra serviços de saúde, educação e comércio para toda a região do Médio-Norte e Sudoeste mato-grossense.
| Código IBGE | 5107958 |
| Gentílico | Tangaraense |
| Fundação | 13 de Maio de 1976 |
| Área territorial | 11.636,26 km² |
| Bioma | Cerrado / Amazônia (transição) |
| Localização | Sudoeste de MT — 240 km de Cuiabá |
| Área indígena | ~51% do território (Terra Parecis) |
| Prefeito (2025–2028) | Vander Alberto Masson |
Tangará da Serra ostenta um título raro: foi eleita pela Revista Exame a 1ª cidade do MT e 3ª do Brasil para fazer negócios no setor agropecuário. Com soja, milho, algodão, pecuária e usinas de cana-de-açúcar, a economia é tão diversificada quanto o território — que abriga desde a planície agrícola da Serra dos Parecis até os vales com cachoeiras da Bacia do Rio Sepotuba.
Desde 2019, o Governo do Estado investiu mais de R$ 995 milhões em Tangará da Serra — com destaque para o Hospital Regional (R$ 139 mi, já em 53% de execução), recuperação do aeroporto (R$ 9,3 mi), duplicação de 89,5 km de rodovias e novos convênios de R$ 171 mi anunciados em fevereiro de 2026. A cidade vive seu maior ciclo de modernização.
Agropecuária diversificada, ecoturismo e polo regional de serviços. Três forças que moldam Tangará da Serra e que o UrbanoConnect analisa como vetores de valorização territorial.
Soja, milho, algodão, pecuária de corte e cana-de-açúcar para etanol. Tangará não depende de uma só cultura — sua diversidade agrícola a torna resiliente às oscilações do mercado. Com 28 mil empregos formais e 2 mil novas empresas abertas em 2022, o setor produtivo é o motor que sustenta toda a região do Sudoeste.
Tangará da Serra guarda um segredo natural imenso: a Bacia do Rio Sepotuba com suas cachoeiras de tirar o fôlego, o Mirante do Centro Geodésico, e as comunidades indígenas Parecis — que ocupam 51% do território municipal. O ecoturismo é o ativo mais subestimado da cidade, com potencial de atração regional e nacional.
Tangará é a capital não oficial do Sudoeste mato-grossense. O Hospital Regional em construção (R$ 139 mi, 53% concluído) vai atender toda a região Médio-Norte e Sudoeste. UNEMAT, faculdades privadas e mais de 100 mil estudantes regionais dependem dos serviços que a cidade concentra.
Tangará da Serra apresenta uma economia sólida e diversificada, com PIB per capita de R$ 52,6 mil — acima da média estadual. A cidade foi ranqueada pela Revista Exame como 1ª do MT e 3ª do Brasil para negócios no agropecuário, reflexo de sua infraestrutura, clima de negócios e posição estratégica no Sudoeste. O IDH de 0,729 — médio alto — indica avanços sociais, mas ainda revela gaps importantes em saúde e habitação.
No divisor de águas entre as duas maiores bacias do continente, Tangará da Serra encontrou seu próprio caminho — entre o campo e a cachoeira, entre o agro e o serviço, entre a tradição Parecis e a modernidade do interior.
Eleita pela Revista Exame a melhor cidade do MT para fazer negócios no agropecuário — e 3ª do Brasil.
Serra dos Parecis divide as bacias Amazônica e do Prata. Cachoeiras, trilhas e turismo ecológico únicos no MT.
Hospital Regional de R$ 139 mi em construção. Vai atender toda a região Médio-Norte e Sudoeste de MT.
51% do território é Terra Indígena Parecis. Cultura, saberes e práticas ancestrais preservados e valorizados.
Cada dimensão de Tangará da Serra explorada em profundidade pelo sistema UrbanoConnect.
SITA, colonização, Parecis e os 50 anos de uma cidade que cresceu no divisor das águas.
Soja, milho, cana, pecuária. A diversidade que fez Tangará ser #1 MT em agro.
Cachoeiras, Serra dos Parecis, trilhas e o potencial turístico mais subestimado do MT.
Hospital Regional, R$ 995 mi investidos e os desafios da mortalidade infantil.
51% do território é Terra Indígena. Cultura, impactos e convivência urbano-indígena.
MT-358, aeroporto, rodovias e o acesso ao Sudoeste de Mato Grosso.
11.636 km² entre cerrado, TI Parecis e fronteira agrícola em expansão.
IDH 0,729, empregos, habitação e os desafios da equidade na capital do Sudoeste.